HISTÓRIA DO PEQUENO PRÍNCIPE

Há alguns anos Flávia, mãe de um autista,começou a questionar a inclusão de seu filho nas atividades extracurriculares. Toda sua indignação foi colocada no papel. O tempo passou e muitas coisas aconteceram. Ela conheceu uma comunidade carente de pessoas muito boas. Começou a frequentar essa comunidade feita de barracos de madeirite, Seu filho Davi (autista) estava sempre com ela. Lá ele se sentiu muito a vontade em seu buraco de barro. As crianças passavam e olhavam para ele com curiosidade. Um certo dia, elas perguntaram se ele iria bater nelas caso quisessem brincar com ele. Foi a deixa que Flavia precisava para explicar um pouco sobre o seu filho. As crianças foram se aproximando do Davi e de forma bem natural eles começaram a se interagir. 

HISTÓRIA DO PIRILAMPO

Há alguns anos Flávia, mãe de um autista,começou a questionar a inclusão de seu filho nas atividades extracurriculares. Toda sua indignação foi colocada no papel. O tempo passou e muitas coisas aconteceram. Ela conheceu uma comunidade carente de pessoas muito boas. Começou a frequentar essa comunidade feita de barracos de madeirite, Seu filho Davi (autista) estava sempre com ela. Lá ele se sentiu muito a vontade em seu buraco de barro. As crianças passavam e olhavam para ele com curiosidade. Um certo dia, elas perguntaram se ele iria bater nelas caso quisessem brincar com ele. Foi a deixa que Flavia precisava para explicar um pouco sobre o seu filho. As crianças foram se aproximando do Davi e de forma bem natural eles começaram a se interagir. 

PLANO DE AÇÃO

Este projeto foi idealizado por um grupo de profissionais da área de educação, psicologia e mãe de autista, no intuito de construir um ambiente propício para a inclusão prática e funcional dos alunos em atividades extracurriculares. O projeto foi concebido depois de relatos de várias mães de autistas que questionam funcionalidade da inclusão, a escassez e o alto preço de atividades extracurriculares para seus filhos, as quais além de alto preço não existe inclusão. Em contra partida, percebemos o grande número de crianças e jovens com baixa produtividade escolar ou abandono dos estudos antes do termino do ensino médio e aumento de infratores menores de idade. Além do aumento da violência dentro desta faixa etária.

O projeto vai além das dependências físicas, o projeto adentrará as famílias dando suporte psicológico, desta maneiro, o Projeto será um grande aliado ao conselho tutelar e as escolas públicas de sua região.

PUBLICO: crianças, jovens e suas famílias neurotípicos e crianças jovens e suas famílias átipicas

DEMANDA: Atendemos atualmente 72 crianças, devida a falta de estrutura para mais crianças. Infelizmente não podemos atender mais de 6 crianças autistas pela falta de patrocínio. Muitos pais nos procuram então colocamos na lista de espera.

LOCAL DE FUNCIONAMENTO: No momento, as atividades esportivas/recreativas inclusivas funcionam na escola Pública do bairro de Nova Colina – Sobradinho DF aos sábados e as terças e quintas em uma casa alugada em Nova Colina – Sobradinho DF, no endereço Novo Setor de Mansão MD 01 lote 24 casa 02, onde eles fazem natação orientação escolar e psicopedagogia.

ATIVIDADES OFERECIDAS:

Crianças/jovens neurotípicos:

  • Orientação escolar;

  • Oficina de artes

  • Recreação dirigida para crianças e jovens

  • Noções de ética e cidadania para jovens e adultos

  • Atividades desportivas (futsal, natação, Jiujitsu)

Crianças/jovens TEA (Transtorno do espectro autista) e Sindrome de Down

  • Psicopedagogia

  • Oficina de artes

  • Recreação dirigida

  • Programa de integração/socialização.

  • Terapia ocupacional

  • Atividades desportivas terapêuticas (futerapia, hidroterapia, motricidade e circuito)

Famílias:

  • Atividades de oficina;

  • Curso microinformática;

  • Curso noção de secretariado

  • outros

Programa Nutricional:

  • Refeições balanceadas

  • Nutricionista.

  • Alimentação funcional.

JUSTIFICATIVA DAS ATIVIDADES:

CRIANÇAS/JOVENS NEUROTÍPICOS

  • Orientação escolar:

Constatamos que existem muitas crianças/jovens com dificuldade nos conteúdos escolares. Prejudicando assim, seu crescimento escolar e como cidadão. A maioria das famílias não tem condições de pagar aulas particulares. Algumas famílias, os pais ainda são semianalfabetos. Pensando nisto, O Pequeno Príncipe visa ajudar estas crianças/jovens nos conteúdos escolares estimulando, desta forma, a participarem mais das aulas em suas respectivas escolas.

  • Oficina de Artes:

Percebemos que hoje em dia os jovens tem uma dificuldade muito grande em expressar os seus sentimentos. A intolerância é um ponto preocupante em nosso cotidiano, pensando nisto o Pequeno Príncipe irá trabalhar estas dificuldades utilizando a artes como ferramenta para ensinar nossas crianças e jovens a se expressarem melhor.

Esta atividade estimula a criatividade da criança/jovem, onde elas poderão se expressar de forma criativa os seus sentimentos. Trabalharemos com argila, desenho com tinta guache. Teremos também o teatro, onde eles poderão exercer suas criatividades de forma prazerosa e aprenderão a trabalhar em equipe.

  • Recreação dirigida:

Cada vez mais o sedentarismo está presente na vida de nossas criança/jovens. Com o desenvolvimento tecnológico e da computação. Estamos cada vez mais distantes de uma socialização concreta, por isso o Pequeno Príncipe resolver colocar atividades de recreação dirigida onde iremos resgatar os jogos infantis e juvenis.

Esta atividade os ajudará a cumprir metas, a seguir regras de forma lúdica e prazerosa. Iremos trabalhar a coordenação motora grossa e fina, além de perceber o outro, e trabalhar em equipe. Resgatando assim, nossa relação com os colegas de forma saudável.

  • Noção de ética e cidadania:

Muitas pessoas não sabem se quer o que é o certo e o errado, o que é ético. O que é direito e o que é dever. A vida de muita família se baseia no hoje, apenas no hoje. Percebemos que algumas atitudes de nossos jovens, que para nós e muitas vezes aterrorizante, para eles apenas é uma casualidade. Pensando nisto, propusemos em ensinas noções de ética e cidadania. Desde cedo podemos conhecer o que é o certo e o errado. O que é de direito e o que é dever de cada um como cidadão. Trabalharemos esta atividades de acordo com a faixa etária de cada um. Para crianças iremos contar histórias onde este tema é praticado. Já para os jovens serão ensinamentos com bate papos, filmes e tiraremos dúvidas. Mostraremos a eles que é possível viver em um ambiente em que o bem prevaleça.

  • Atividades desportivas.

Percebemos que as crianças/jovens de hoje em dia estão cada vez mais sem limite e sedentários. O Uso de drogas, pequenos roubos são a realidade de alguns de nossos jovens/criança. O esporte os ensinarão a ter limite, obedecer regras, a saber competir de forma saudável. Além de proporcionar a sensação de bem estar, a importância de se cuidar. De ter uma responsabilidade, tirando desta forma muitos jovens/crianças das esquinas, e proporcionando a elas um objetivo.

CRIANÇAS/JOVENS COM TEA OU SINDROME DE DOWN

(TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA)/SINDROME DE DOWN

  • Psicopedagogia;

Esta atividade é muito importante para os alunos especiais. Nela iremos trabalhar a coordenação motora fina e a coordenação motora grossa. Daremos apoio as escola a alfabetização destas crianças/jovens. Além de trabalhar as coordenações motoras grossas e finas, estimulação para a comunicação

  • Oficina de artes:

A psicoterapia é uma terapia muito cara e os planos de saúde não cobrem. As escolas não tem psicopedagogos, apenas professores. E sabemos que as crianças especiais necessitam desta terapia.

Além de trabalhar com a coordenação motora fina, esta oficina visa a estimular a criatividade das crianças, além de ajudar as crianças/jovens a diminuir o stress e ansiedade. Usaremos materiais que auxiliam na percepção sensorial da criança/jovem. Trabalharemos a dessensibilização de forma gradual e responsiva.

  • Recreação dirigida:

Esta atividade os ajudará a cumprir metas, a seguir regras de forma lúdica e prazerosa. Iremos trabalhar a coordenação motora grossa e fina e o equilíbrio, além da socialização da criança O trabalho será realizado de uma forma responsiva e cheio de criatividade respeitando o limite de cada um.

  • Programa de integração e socialização

Este programa visa técnicas para socialização das crianças de uma forma responsiva, respeitosa. A base deste programa foi tirado do programa minis terapeutas. Onde iremos incentivar as crianças a perceber o outro.

  • Terapia ocupacional.

Percebemos a grande preocupação de pais e mães de autistas quanto a sua independência. Pensando nisto, faremos um programa sistemático onde ensinaremos as crianças/jovens a desenvolver as atividades de vida diária. Como tomar banho, ir ao banheiro, se vestir, ajudar os pais em algumas tarefas de casa. Ter noção de higiene e estimularemos suas capacidades rotineiras.

  • Atividades desportivas:

Não existe atividades desportivas voltada para inclusão de alunos com autismo. As atividades são feitas separadamente, não existindo inclusão. Muitos autistas precisam de estimulação dos outros. Do jeito deles eles aprendem, e gostam de estar no meio de outras pessoas. Através destas atividades que iremos trabalhar com a inclusão. Nada melhor que um esporte para unir todas as diferenças. Nossas crianças irão se encontrar durante um período das atividades desportivas e participarão todas juntas por algum período. De forma gradativa, respeitando o limite de cada criança/jovem este tempo vai aumentando até que consigam todos a participarem juntos as mesma atividade.

ATENDIMENTO ÀS FAMILIAS

  • Atendimento assistencial e psicológicos as famílias e alunos.

Acompanhamento e atendimento para aqueles da família que tiverem alguma demanda. A terapia é em grupo. Faremos o acompanhamento dando direção e opções para uma melhor educação. Trabalharemos ética e cidadania com as famílias. Além de eventuais palestras sobre saúde, educação e desenvolvimento humano, visando o esclarecimento da importância da educação para todos.

PROGRAMA NUTRICIONAL:

Sabemos que existe uma grande estatística de má nutrição entre as crianças e os jovens. Uma boa alimentação previne muitas complicações na saúde do ser-humano e muitas vezes nossa crianças não tem a nutrição correta comprometendo desta maneira seu desempenho escolar. Como iremos trabalhar também com atividades desportivas e apoio a família concluímos que seria interessante uma alimentação balanceada rica em proteínas vitaminas, sendo desenvolvida por uma nutricionista funcional.

Crianças/jovens do espectro autista: sabemos que estas crianças vem com uma série de limitações e alergias alimentares.

Um breve histórico

De acordo com Alice Coca (nutricionista com especialização em obesidade, doenças cardiovasculares, emagrecimento, nutrição esportiva, diabetes, AUTISMO, epilepsia) o autismo é uma condição geral para um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento. Estes distúrbios se caracterizam na dificuldade ou falta de comunicação social e comportamentos repetitivos. Embora todas as pessoas com TEA partilhem essas dificuldades, o seu estado irá afetá-las com intensidades diferentes. Assim, essas diferenças podem existir desde o nascimento e serem obvias ou podem ser mais sutis e tornarem-se mais visíveis ao longo do desenvolvimento. O TEA pode ser considerado um distúrbio multifatorial, onde 50% deve-se a fatores ambientais, como toxinas, poluição a alimentação inadequada.

“O gene carrega a arma, mas o ambiente é quem aperta o gatilho”

(Claudia Marcelino)

Nutrição: um fator ambiental:

Algumas anormalidades no sistema digestivo agravam os sintomas de alguns autistas e são determinados por fatores dietéticos, que resultam em alterações nas bactérias do intestino.

Outro fator importante é que as bactérias intestinais interferem no sistema imunológico, assim essas bactérias contribuem para o agravo dos sintomas também.

  • 80% dos autistas não podem ingerir laticínios e glúten por inúmeras razões

  • 70% dos autistas não podem usar salicilados (um grupo de fármacos) por inúmeras razoes.

  • Muitos autistas são intolerantes ao fenol.

  • Alguns autistas não podem ingerir pigmentos amarelos e laranjas

  • Outros autistas não podem comer amido, (batata, arroz, milho)

Isso interfere na maneira com que eles processam as informações, agravando os sintomas dos autistas.

Alguns alimentos agem como drogas no organismo do autista, modificando o comportamento e causando dependência. E muito comum que alguns autistas tenham compulsão por leites e derivados e alimentos que contem glúten. O glúten e a caseína pode interferir diretamente em alterações sensoriais no autista, bem como outros fatores agravantes, por isso recomenda-se a retirada total desses nutrientes da dieta. O glúten pode causar alterações na sensibilidade auditiva, salivação recorrente e alterações no paladar, hipersensibilidade olfativa e visual, além de prejudicar o bom funcionamento do intestino.

No intestino são encontrados mais de 300 milhões de neurônios, isso mesmo neurônios – e que é responsável pela síntese de melatonina e substancias neuroendócrinas e imunológicas, bem como a serotonina, um neurotransmissor relacionado com os sintomas do espectro autista, principalmente ligados ao distúrbio de comportamentos.

Os pesticidas e fungicidas, alguns antibióticos, chumbo e cobre em excesso, inibem o bom funcionamento da enzima DPP IV (enzima que quebra os peptídeos de glúten e caseína) como muitos autistas possuem metilação e sufatação, ocorre o acumulo desses produtos, prejudicando o funcionamento da enzima, por isso é imprescindível restringir o glúten e a caseína na dieta dos autistas.

A primeira coisa que devemos fazer é ter consciência que o tratamento nutricional é eficaz e imprescindível na vida do autista. A segunda coisa a se fazer, é procurar um profissional nutricionista para proporcionar um tratamento eficaz continuo e de qualidade na vida do autista. A terceira coisa que devemos fazer é ter consciência de que não existe tratamento nutricional sem o apoio e conscientização dos familiares, sendo que esse processo ira, sem dúvida, se estender aos amigos, à vida social cotidiana.

Sabendo disso, optamos por introduzir uma alimentação balanceada, nutritiva acompanhada por nutricionista, para melhorar a qualidade de vida de TODOS nossos alunos, assim como, das suas famílias conscientizando da importância de uma boa alimentação.

Este projeto ocorrerá no período em que as criança/jovens não estiverem na escola. Isto é quem estudar pela manhã participara do projeto a tarde e que estudar de tarde participara do projeto pela manhã.

Temos atualmente 30 alunos: 30 alunos no período no período vespertino ao sábados no horário de 14:00hs as 17:00hs. Todos nossos colaboradores são voluntários.

CONCLUSÃO:

Este é um projeto multidisciplinar, onde conseguimos suprir as necessidades de todas as famílias, unindo a educação, saúde, assistência social e terapias fazendo uma inclusão funcional. Todos nós temos o que aprender um com o outro e é isto que passaremos aos nossos alunos. Eles aprenderão a conviver com as diferenças, estimularemos nossos alunos a serem mais solidários, tolerantes e respeitosos. Desta forma conseguiremos diminuir o bulling praticado algumas vezes no ambiente escolar. Além disso, daremos apoio e conscientização às famílias para que o nosso trabalho tenha uma continuidade em casa.

Esperemos, desta forma contribuir um pouco para que nossa sociedade justa, com pessoas gentis, com pensamentos racionais e solidários. Daremos um pouco mais de conhecimento para aqueles que precisam. Além de proporcionar a inclusão tão sonhada para as pessoas com TEA – transtorno do espectro autista.

PLANO DE AÇÃO

Este projeto foi idealizado por um grupo de profissionais da área de educação, psicologia e mãe de autista, no intuito de construir um ambiente propício para a inclusão prática e funcional dos alunos em atividades extracurriculares. O projeto foi concebido depois de relatos de várias mães de autistas que questionam funcionalidade da inclusão, a escassez e o alto preço de atividades extracurriculares para seus filhos, as quais além de alto preço não existe inclusão. Em contra partida, percebemos o grande número de crianças e jovens com baixa produtividade escolar ou abandono dos estudos antes do termino do ensino médio e aumento de infratores menores de idade. Além do aumento da violência dentro desta faixa etária.

O projeto vai além das dependências físicas, o projeto adentrará as famílias dando suporte psicológico, desta maneiro, o Projeto será um grande aliado ao conselho tutelar e as escolas públicas de sua região.

PUBLICO: crianças, jovens e suas famílias neurotípicos e crianças jovens e suas famílias átipicas

DEMANDA: Atendemos atualmente 72 crianças, devida a falta de estrutura para mais crianças. Infelizmente não podemos atender mais de 6 crianças autistas pela falta de patrocínio. Muitos pais nos procuram então colocamos na lista de espera.

LOCAL DE FUNCIONAMENTO: No momento, as atividades esportivas/recreativas inclusivas funcionam na escola Pública do bairro de Nova Colina – Sobradinho DF aos sábados e as terças e quintas em uma casa alugada em Nova Colina – Sobradinho DF, no endereço Novo Setor de Mansão MD 01 lote 24 casa 02, onde eles fazem natação orientação escolar e psicopedagogia.

ATIVIDADES OFERECIDAS:

Crianças/jovens neurotípicos:

  • Orientação escolar;

  • Oficina de artes

  • Recreação dirigida para crianças e jovens

  • Noções de ética e cidadania para jovens e adultos

  • Atividades desportivas (futsal, natação, Jiujitsu)

Crianças/jovens TEA (Transtorno do espectro autista) e Sindrome de Down

  • Psicopedagogia

  • Oficina de artes

  • Recreação dirigida

  • Programa de integração/socialização.

  • Terapia ocupacional

  • Atividades desportivas terapêuticas (futerapia, hidroterapia, motricidade e circuito)

Famílias:

  • Atividades de oficina;

  • Curso microinformática;

  • Curso noção de secretariado

  • outros

Programa Nutricional:

  • Refeições balanceadas

  • Nutricionista.

  • Alimentação funcional.

JUSTIFICATIVA DAS ATIVIDADES:

CRIANÇAS/JOVENS NEUROTÍPICOS

  • Orientação escolar:

Constatamos que existem muitas crianças/jovens com dificuldade nos conteúdos escolares. Prejudicando assim, seu crescimento escolar e como cidadão. A maioria das famílias não tem condições de pagar aulas particulares. Algumas famílias, os pais ainda são semianalfabetos. Pensando nisto, O Pequeno Príncipe visa ajudar estas crianças/jovens nos conteúdos escolares estimulando, desta forma, a participarem mais das aulas em suas respectivas escolas.

  • Oficina de Artes:

Percebemos que hoje em dia os jovens tem uma dificuldade muito grande em expressar os seus sentimentos. A intolerância é um ponto preocupante em nosso cotidiano, pensando nisto o Pequeno Príncipe irá trabalhar estas dificuldades utilizando a artes como ferramenta para ensinar nossas crianças e jovens a se expressarem melhor.

Esta atividade estimula a criatividade da criança/jovem, onde elas poderão se expressar de forma criativa os seus sentimentos. Trabalharemos com argila, desenho com tinta guache. Teremos também o teatro, onde eles poderão exercer suas criatividades de forma prazerosa e aprenderão a trabalhar em equipe.

  • Recreação dirigida:

Cada vez mais o sedentarismo está presente na vida de nossas criança/jovens. Com o desenvolvimento tecnológico e da computação. Estamos cada vez mais distantes de uma socialização concreta, por isso o Pequeno Príncipe resolver colocar atividades de recreação dirigida onde iremos resgatar os jogos infantis e juvenis.

Esta atividade os ajudará a cumprir metas, a seguir regras de forma lúdica e prazerosa. Iremos trabalhar a coordenação motora grossa e fina, além de perceber o outro, e trabalhar em equipe. Resgatando assim, nossa relação com os colegas de forma saudável.

  • Noção de ética e cidadania:

Muitas pessoas não sabem se quer o que é o certo e o errado, o que é ético. O que é direito e o que é dever. A vida de muita família se baseia no hoje, apenas no hoje. Percebemos que algumas atitudes de nossos jovens, que para nós e muitas vezes aterrorizante, para eles apenas é uma casualidade. Pensando nisto, propusemos em ensinas noções de ética e cidadania. Desde cedo podemos conhecer o que é o certo e o errado. O que é de direito e o que é dever de cada um como cidadão. Trabalharemos esta atividades de acordo com a faixa etária de cada um. Para crianças iremos contar histórias onde este tema é praticado. Já para os jovens serão ensinamentos com bate papos, filmes e tiraremos dúvidas. Mostraremos a eles que é possível viver em um ambiente em que o bem prevaleça.

  • Atividades desportivas.

Percebemos que as crianças/jovens de hoje em dia estão cada vez mais sem limite e sedentários. O Uso de drogas, pequenos roubos são a realidade de alguns de nossos jovens/criança. O esporte os ensinarão a ter limite, obedecer regras, a saber competir de forma saudável. Além de proporcionar a sensação de bem estar, a importância de se cuidar. De ter uma responsabilidade, tirando desta forma muitos jovens/crianças das esquinas, e proporcionando a elas um objetivo.

CRIANÇAS/JOVENS COM TEA OU SINDROME DE DOWN

(TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA)/SINDROME DE DOWN

  • Psicopedagogia;

Esta atividade é muito importante para os alunos especiais. Nela iremos trabalhar a coordenação motora fina e a coordenação motora grossa. Daremos apoio as escola a alfabetização destas crianças/jovens. Além de trabalhar as coordenações motoras grossas e finas, estimulação para a comunicação

  • Oficina de artes:

A psicoterapia é uma terapia muito cara e os planos de saúde não cobrem. As escolas não tem psicopedagogos, apenas professores. E sabemos que as crianças especiais necessitam desta terapia.

Além de trabalhar com a coordenação motora fina, esta oficina visa a estimular a criatividade das crianças, além de ajudar as crianças/jovens a diminuir o stress e ansiedade. Usaremos materiais que auxiliam na percepção sensorial da criança/jovem. Trabalharemos a dessensibilização de forma gradual e responsiva.

  • Recreação dirigida:

Esta atividade os ajudará a cumprir metas, a seguir regras de forma lúdica e prazerosa. Iremos trabalhar a coordenação motora grossa e fina e o equilíbrio, além da socialização da criança O trabalho será realizado de uma forma responsiva e cheio de criatividade respeitando o limite de cada um.

  • Programa de integração e socialização

Este programa visa técnicas para socialização das crianças de uma forma responsiva, respeitosa. A base deste programa foi tirado do programa minis terapeutas. Onde iremos incentivar as crianças a perceber o outro.

  • Terapia ocupacional.

Percebemos a grande preocupação de pais e mães de autistas quanto a sua independência. Pensando nisto, faremos um programa sistemático onde ensinaremos as crianças/jovens a desenvolver as atividades de vida diária. Como tomar banho, ir ao banheiro, se vestir, ajudar os pais em algumas tarefas de casa. Ter noção de higiene e estimularemos suas capacidades rotineiras.

  • Atividades desportivas:

Não existe atividades desportivas voltada para inclusão de alunos com autismo. As atividades são feitas separadamente, não existindo inclusão. Muitos autistas precisam de estimulação dos outros. Do jeito deles eles aprendem, e gostam de estar no meio de outras pessoas. Através destas atividades que iremos trabalhar com a inclusão. Nada melhor que um esporte para unir todas as diferenças. Nossas crianças irão se encontrar durante um período das atividades desportivas e participarão todas juntas por algum período. De forma gradativa, respeitando o limite de cada criança/jovem este tempo vai aumentando até que consigam todos a participarem juntos as mesma atividade.

ATENDIMENTO ÀS FAMILIAS

  • Atendimento assistencial e psicológicos as famílias e alunos.

Acompanhamento e atendimento para aqueles da família que tiverem alguma demanda. A terapia é em grupo. Faremos o acompanhamento dando direção e opções para uma melhor educação. Trabalharemos ética e cidadania com as famílias. Além de eventuais palestras sobre saúde, educação e desenvolvimento humano, visando o esclarecimento da importância da educação para todos.

PROGRAMA NUTRICIONAL:

Sabemos que existe uma grande estatística de má nutrição entre as crianças e os jovens. Uma boa alimentação previne muitas complicações na saúde do ser-humano e muitas vezes nossa crianças não tem a nutrição correta comprometendo desta maneira seu desempenho escolar. Como iremos trabalhar também com atividades desportivas e apoio a família concluímos que seria interessante uma alimentação balanceada rica em proteínas vitaminas, sendo desenvolvida por uma nutricionista funcional.

Crianças/jovens do espectro autista: sabemos que estas crianças vem com uma série de limitações e alergias alimentares.

Um breve histórico

De acordo com Alice Coca (nutricionista com especialização em obesidade, doenças cardiovasculares, emagrecimento, nutrição esportiva, diabetes, AUTISMO, epilepsia) o autismo é uma condição geral para um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento. Estes distúrbios se caracterizam na dificuldade ou falta de comunicação social e comportamentos repetitivos. Embora todas as pessoas com TEA partilhem essas dificuldades, o seu estado irá afetá-las com intensidades diferentes. Assim, essas diferenças podem existir desde o nascimento e serem obvias ou podem ser mais sutis e tornarem-se mais visíveis ao longo do desenvolvimento. O TEA pode ser considerado um distúrbio multifatorial, onde 50% deve-se a fatores ambientais, como toxinas, poluição a alimentação inadequada.

“O gene carrega a arma, mas o ambiente é quem aperta o gatilho”

(Claudia Marcelino)

Nutrição: um fator ambiental:

Algumas anormalidades no sistema digestivo agravam os sintomas de alguns autistas e são determinados por fatores dietéticos, que resultam em alterações nas bactérias do intestino.

Outro fator importante é que as bactérias intestinais interferem no sistema imunológico, assim essas bactérias contribuem para o agravo dos sintomas também.

  • 80% dos autistas não podem ingerir laticínios e glúten por inúmeras razões

  • 70% dos autistas não podem usar salicilados (um grupo de fármacos) por inúmeras razoes.

  • Muitos autistas são intolerantes ao fenol.

  • Alguns autistas não podem ingerir pigmentos amarelos e laranjas

  • Outros autistas não podem comer amido, (batata, arroz, milho)

Isso interfere na maneira com que eles processam as informações, agravando os sintomas dos autistas.

Alguns alimentos agem como drogas no organismo do autista, modificando o comportamento e causando dependência. E muito comum que alguns autistas tenham compulsão por leites e derivados e alimentos que contem glúten. O glúten e a caseína pode interferir diretamente em alterações sensoriais no autista, bem como outros fatores agravantes, por isso recomenda-se a retirada total desses nutrientes da dieta. O glúten pode causar alterações na sensibilidade auditiva, salivação recorrente e alterações no paladar, hipersensibilidade olfativa e visual, além de prejudicar o bom funcionamento do intestino.

No intestino são encontrados mais de 300 milhões de neurônios, isso mesmo neurônios – e que é responsável pela síntese de melatonina e substancias neuroendócrinas e imunológicas, bem como a serotonina, um neurotransmissor relacionado com os sintomas do espectro autista, principalmente ligados ao distúrbio de comportamentos.

Os pesticidas e fungicidas, alguns antibióticos, chumbo e cobre em excesso, inibem o bom funcionamento da enzima DPP IV (enzima que quebra os peptídeos de glúten e caseína) como muitos autistas possuem metilação e sufatação, ocorre o acumulo desses produtos, prejudicando o funcionamento da enzima, por isso é imprescindível restringir o glúten e a caseína na dieta dos autistas.

A primeira coisa que devemos fazer é ter consciência que o tratamento nutricional é eficaz e imprescindível na vida do autista. A segunda coisa a se fazer, é procurar um profissional nutricionista para proporcionar um tratamento eficaz continuo e de qualidade na vida do autista. A terceira coisa que devemos fazer é ter consciência de que não existe tratamento nutricional sem o apoio e conscientização dos familiares, sendo que esse processo ira, sem dúvida, se estender aos amigos, à vida social cotidiana.

Sabendo disso, optamos por introduzir uma alimentação balanceada, nutritiva acompanhada por nutricionista, para melhorar a qualidade de vida de TODOS nossos alunos, assim como, das suas famílias conscientizando da importância de uma boa alimentação.

Este projeto ocorrerá no período em que as criança/jovens não estiverem na escola. Isto é quem estudar pela manhã participara do projeto a tarde e que estudar de tarde participara do projeto pela manhã.

Temos atualmente 30 alunos: 30 alunos no período no período vespertino ao sábados no horário de 14:00hs as 17:00hs. Todos nossos colaboradores são voluntários.

CONCLUSÃO:

Este é um projeto multidisciplinar, onde conseguimos suprir as necessidades de todas as famílias, unindo a educação, saúde, assistência social e terapias fazendo uma inclusão funcional. Todos nós temos o que aprender um com o outro e é isto que passaremos aos nossos alunos. Eles aprenderão a conviver com as diferenças, estimularemos nossos alunos a serem mais solidários, tolerantes e respeitosos. Desta forma conseguiremos diminuir o bulling praticado algumas vezes no ambiente escolar. Além disso, daremos apoio e conscientização às famílias para que o nosso trabalho tenha uma continuidade em casa.

Esperemos, desta forma contribuir um pouco para que nossa sociedade justa, com pessoas gentis, com pensamentos racionais e solidários. Daremos um pouco mais de conhecimento para aqueles que precisam. Além de proporcionar a inclusão tão sonhada para as pessoas com TEA – transtorno do espectro autista.

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